No início do século XIX, o local onde atualmente se encontra a cidade de Palmeirina era uma propriedade agrícola, conhecida pelo nome de Pindoba. Como nesse período não existiam veículos motorizados, os produtos dessa e de outras regiões eram transportados nas costas de animais. Ao chegarem nessa região os comerciantes se abrigavam à sombra de um frondoso juazeiro, às margens do rio Inhumas, onde faziam refeições. Certo dia, o comerciante José Caetano de Morais instalou uma pequena mercearia, iniciando, também, a construção da primeira casa residencial.
A partir daí foram surgindo os primeiros sinais de progresso, até que esse mesmo cidadão elevou o núcleo residencial à categoria de povoado, com a denominação de Palmeira, pertencente ao município de Canhotinho. A Lei Estadual nº 991, de 1º de julho de 1909, elevou o povoado à categoria de distrito e deu à sua sede o predicamento de vila.
A Lei Estadual nº 1.931, de 11 de setembro de 1928, criou
o município de Palmeira, com território desmembrado de
Canhotinho e Garanhuns, elevando sua sede à categoria de
cidade. O Decreto Estadual nº 74, de 06 de junho de 1931,
transferiu a sede municipal (Palmeira) para a povoação de
Angelim, que, por sua vez, passou à categoria de cidade,
dando nome ao município, instalado em 16 de junho do
mesmo ano. Palmeira passou então à condição de distrito de
de Angelim e, de cidade que era, ficou reduzida a simples vila, sede distrital. Pelo Decreto-Lei Estadual
nº 952, de 31 de dezembro de 1943, o distrito de Palmeira passou a denominar-se Palmeirina.
A Lei Estadual nº 419, de 31 de dezembro de 1948, criou o município de Palmeirina, com território
desmembrado do município de Angelim, tendo sido instalado em 06 de setembro de 1949. A mesma lei
elevou a sua sede à categoria de cidade.
Localização no Estado
Origem do Nome
Palmeira
Denominação original em referência à vegetação local, comum nas propriedades da região (como a antiga Pindoba).
Palmeirina
Sufixo diminutivo adicionado em 1943 para distinguir a localidade de outros municípios homônimos no Brasil.
Oficializado em 1948