História Municipal — ARAÇOIABA
Paulista
14/05/1982
Lei Estadual nº 8.950

Até o início do século XIX, Araçoiaba era conhecida por Chã do Monte Aratangi e, depois, por Chã de Estevão. O distrito foi criado com essa mesma denominação pela Lei Municipal nº 42, de 10 de fevereiro de 1920, com sede no povoado de Três Ladeiras, integrado ao município de Igarassu. Pelo Decreto-lei Estadual n° 235, de 09 de dezembro de 1938, o distrito de Chã de Estevão passou a denominar-se Arassoiaba. Na divisão administrativa para o período 1944-1948, o distrito figura no município de Igarassu. A grafia foi alterada para Araçoiaba pela Lei Estadual n° 1.819, de 30 de dezembro de 1953.

Em divisão territorial datada de 1º de julho de 1960 o distrito, já grafado Araçoiaba, permanece no município de Igarassu. Araçoiaba foi elevado à categoria de município, com a mesma denominação, pela Lei Estadual n° 11.230, de 13 de julho de 1995. Foi instalado em 1º de janeiro de 1997, formado apenas pelo distrito sede, assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005. Araçoiaba é termo judiciário da comarca de Igarassu, a qual é classificada como de 2ª entrância.

O topônimo Araçoiaba, de origem tupi-guarani, é formado por ara (sol, tempo) + çoiaba (cobertura, anteparo), significando “anteparo ao sol”, “anteparo ao mau tempo” ou, ainda, “morro parecido com um chapéu”.

Localização no Estado

Mapa de Pernambuco com a localização de ARAÇOIABA em destaque
Localização de ARAÇOIABA no mapa do estado de Pernambuco

Origem do Nome

Topônimos Anteriores
Chã do Monte Aratangi / Chã de Estevão

Denominações históricas utilizadas até o início do século XIX e durante a criação do distrito original.

Origem Tupi-Guarani
Araçoiaba

Formado por ara (sol, tempo) + çoiaba (cobertura), significando "anteparo ao sol" ou "morro parecido com um chapéu".

Denominação Oficial

Fontes

Agência CONDEPE/FIDEM. Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios de Pernambuco. Recife: CEHM, 2006. v. 3
ENCICLOPÉDIA DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS. Rio de Janeiro: IBGE, 1958. v. 18.
FONSECA, Homero. Pernambucânia: o que há nos nomes das nossas cidades. Recife: CEPE, 2009.
PERNAMBUCO. Tribunal de Justiça. História das Comarcas Pernambucanas. 2. ed. Recife, 2010.